sábado, 16 de fevereiro de 2008

Uma filosofia de vida a adoptar!



VIVER UM DIA DE CADA VEZ


Há dois dias em todas as semanas com os quais não nos deveríamos preocupar.
Dois dias que deveriam estar livres do medo e da apreensão.
Um desses dias é o ontem, com os seus erros e ansiedades, com suas falhas, dores e sofrimentos.
O ontem passou para sempre, está para além do nosso controle.
Nem todo o dinheiro do mundo pode trazer de volta o ontem.
Não podemos desfazer um único ato que fizemos,
Não podemos apagar uma única palavra que dissemos.
O ontem, já partiu...
O sol do amanhã irá levantar-se ou em esplendor ou por detrás de uma máscara de nuvens, mas levantar-se-á.
Até que ele chegue, não temos nenhuma garantia do amanhã, pois ainda não nasceu.
Isso deixa apenas um dia, o hoje.
Qualquer homem pode lutar as batalhas de apenas um dia.
É quando se adicionam as cargas daquelas duas assombrosas eternidades - o ontem e o amanhã - que sucumbimos.
Não é a experiência do hoje que enlouquece alguém.
É o arrependimento ou a amargura por algo que aconteceu ontem e o receio do que o amanhã pode trazer.
Portanto, vivamos não mais que um dia de cada vez.
Somente por hoje serei feliz,
Somente por hoje serei agradável,
Somente por hoje falarei baixo, agirei com sensatez,
Não criticarei ninguém,
Não acharei erros em nada e
Nem tentarei melhorar alguém antes de me melhorar.
Somente por hoje terei um momento em silêncio,
Sozinho, relaxarei e conversarei.
Ontem é história, o amanhã é um mistério.
Mas o hoje é uma dádiva.
Por isso é chamado... presente!
Que vivamos o hoje plenamente e que tenhamos um dia cheio de alegrias...


Colaboração: José de Mattos Souza

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Estranha forma de sentir!

Aprisionada

Não censures o meu silêncio,
Deixa que ele permaneça calado
De tão ausente e embriagado!

Se ao menos esta embriaguez
Indiciasse uma alegria associada,
Mas não, faz-me perder a sensatez
De acreditar numa dádiva sagrada.

A vida, é esta dádiva celestial
Que Deus ofertou sem distinção.
No momento, ela é para mim
Uma floresta desconhecida, transcendental,
Capaz de me aprisionar
Numa fria e escura prisão.
Não sei que direcção tomar!
Perdi-me nesta gruta,
Mesmo no meio da escuridão...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Nem o Sol me contagiou!

Hoje o meu sorriso desfaleceu e, por muito que o Sol me acarinhasse e aquecesse com os seus raios de luz, vagueei todo o dia, a toda a hora, por paragens desconhecidas.
Presença física, sim. Ausência psicológica e espiritual, sim. Com motivo pláusivel?! Nem eu sei. Todo um dia repleto de momentos em que me lamentei, sem conseguir aquela força interior preciosa que devemos sempre ter à mão! Talvez a mudança, uma possível fase de transição me assuste, amedronte, até... Sei que me vou encontrar mais cedo ou mais tarde, mas tudo tem um tempo para germinar!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Poesia com alma


Medo a (des)coberto!?

Invade-me um medo desconcertante
Numa névoa de chamas fulminante!
À visão apurada de outrora,
Opõe-se a vontade de não decifrar
Este enigma que não quer ir embora.
Brado ao céu infinito:
Preciso-te, Deus meu!
Tenho medo, admito.
As trevas têm a porta aberta
E um sombrio caminho que as enfureceu,
Mas que culpa tenho eu?
O escudo que me servia de protector
Com o tempo enfraqueceu;
Não compreendo o que sucedeu!
Descoberto, o meu medo,
É um pilar para o desconhecido...
Quero tornar-me forte como um rochedo!
Erguer a espada no meu templo perdido!

Fantasmas de tempos idos,
Agora voltados
À espera de ser vencidos...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Um pensamento muito meu...

POSSO ATÉ PENSAR NO QUE DIGO, MAS NEM SEMPRE DIGO O QUE PENSO!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

A realidade do Carnaval...

Ritmos disfarçados de Carnaval

A euforia entre os populares:
Crianças; jovens e adultos,
Contagiados pelas batidas
Que irrompem pelos seus lares!
São
batidas disfarçadas
Retratando, não só uma,
Mas inúmeras etnias.
Canções com letras apropriadas
Que traduzem, em suma,
Sátiras mascaradas, alegorias...
Cala-se o silêncio rotulado;
Dá-se voz ao povo entusiasmado
Pela
liberdade de criticar sem cessar.
A brincar, a brincar...
Se dão dicas de mudança.
O que está mal, convém não piorar;
Novos pesos se projectam,
É preciso equilibrar a balança!

É Carnaval no mundo inteiro!
E, se “é Carnaval, ninguém leva a mal!?”
Por isso, aqui deixo o meu repto
Para que a brincadeira e a folia
Desmascarem a mentira.
Soa a ritmo de ironia,
Mas não disfarçado!

É Carnaval, neste nosso Portugal!
São cores mescladas
Com um futuro promissor;
Retratos fieis de um país mutilado!?

Ah! E não me levem a mal!
A cor da minha fantasia está saturada,
Preciso revê-la, desta feita, renovada.

Hum... cheiro a CARNAVAL?!